CRM VIRTUAL

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro

Acesse agora

Prescrição Eletrônica

Uma solução simples, segura e gratuita para conectar médicos, pacientes e farmacêuticos.

Acesse agora

A conselheira do CREMERJ Glaucia Moraes participou, nessa sexta-feira, 6 de março, do 2º Fórum da Mulher Médica, que teve como tema central “Uma nova realidade da medicina: já somos a maioria. E agora?”. O evento foi realizado na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, com transmissão ao vivo pelo YouTube.

Durante o fórum, Glaucia Moraes, que coordena a Comissão CREMERJ Mulher, compôs a mesa “Sucesso e Realização Profissional”. Em sua explanação, ela abordou o êxito feminino na área da ciência e mencionou a importância histórica de Bertha Lutz, pesquisadora brasileira reconhecida por sua atuação científica e pela defesa dos direitos das mulheres.

“Tivemos a doutora Bertha Lutz, que, por acaso, também era da minha universidade, embora atuasse em outra área. Ela trabalhava no museu que pegou fogo e que, graças a Deus, estamos trazendo de volta para a sociedade. Trago essa referência não apenas pela posição que ela teve como pesquisadora, mas também pela sua atuação na conquista do voto feminino e na defesa das questões de gênero. Ela levou a pauta das mulheres para dentro da Organização das Nações Unidas (ONU)”, lembrou Glaucia Moraes, que também é professora de cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e editora-chefe dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia e do Internacional Journal of Cardiovascular Science.

Outro exemplo citado pela conselheira foi o da cientista Jaqueline Goes de Jesus, devido à sua relevância para a ciência e para a representatividade das mulheres na área da pesquisa.

“A Jaqueline representa vários pesquisadores e também quebra muitos estigmas: é uma pesquisadora negra, que veio da Bahia, e foi a primeira pessoa no mundo, que, em 48 horas, conseguiu realizar o sequenciamento genético do SARS-CoV-2, quando todos nós ainda só conhecíamos as consequências trágicas da doença. Mulheres ao verem exemplos como o dela vão querer seguir esse caminho”, completou Glaucia, lembrando que Jaqueline chegou a ser homenageada em 2024 com uma boneca Barbie inspirada nela, por conta do seu trabalho e da sua história.

O fórum reuniu representantes da sociedade civil e de diversas entidades médicas. A abertura oficial foi conduzida pelo 1º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes, que na ocasião representou seu presidente, José Hiran da Silva Gallo, e pela segunda vice-presidente, Rosylane Nascimento das Mercês Rocha, que coordena a Comissão da Mulher Médica do CFM.

Clique aqui e assista ao evento na íntegra.

Aviso de Privacidade
Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar o Portal Médico, você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse Política de cookies. Se você concorda, clique em ACEITO.