O Grupo de Trabalho (GT) sobre Inteligência Artificial e Medicina do CREMERJ se reuniu no dia 12 de agosto, na sede do Conselho, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Participaram do encontro o conselheiro responsável pelo GT, Raphael Câmara; o coordenador do GT, Fabiano Marcel Serfaty; os membros Gustavo Khaled e Renata Lima, que são diretores do CREMERJ; e os integrantes Alberto Ruben Serfaty, Leonardo Rocha de Almeida, Mario Fritsch Toro Neves, Patrícia dos Santos Marcal, Sandro Alves Leão e Tania Regina da Silva Furtado. O conselheiro André Luís dos Santos Medeiros também marcou presença. A reunião aconteceu de forma híbrida, com participação presencial e on-line.
Durante a sessão, Fabiano Serfaty conduziu uma apresentação sobre inteligência artificial (IA) e medicina, que abordou a importância da preparação do médico na relação com as IAs no âmbito do exercício profissional. Ele também falou sobre a Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.454/2026, que regulamenta o uso da inteligência artificial na medicina e entra em vigor nesta quarta-feira, 26 de agosto, em todo o país.
Na sequência, o GT debateu assuntos, como a arquitetura de governança e ética para o uso de IA, alinhada à Resolução CFM nº 2.454/2026. Além disso, deliberou sobre eixos estratégicos para atuar junto aos médicos, que abordam os temas de governança, capacitação e radar tecnológico.
O conselheiro responsável pelo GT, Raphael Câmara, em sua participação, destacou a relevância do tema para os médicos do estado do Rio de Janeiro e agradeceu pelas contribuições técnicas de cada participante.
Para o presidente do CREMERJ, Antônio Braga, o GT tem grande importância para a medicina nos dias atuais. “Todos os assuntos abordados são fundamentais, mas gostaria de destacar aqui a implementação da Resolução CFM nº 2.454/2026, que estabelece normas para a pesquisa, a governança, a capacitação e o uso responsável da IA na medicina. Precisamos estar atentos à normativa para implementá-la no nosso dia a dia de forma ética e segura, em benefício dos pacientes”, complementou Antônio Braga.